Bem, ao que parece esse blog vai ser somente meu mesmo. No problem. Vou utilizá-lo como um diário online e enchê-lo de desabafos, planos, sonhos, inquietações, loucuras, tolices enfim.
Hoje foi um daqueles dias totalmente sem glamour. Acordei, tomei café, fui dar duro (sempre no bom sentido), voltei para casa e falei durante dois minutos com esse cara que me beija na foto aí ao lado, l’homme de ma vie.
Dessa vez, porém, um entretanto. Nunca me senti tão mal após falar com ele. Tivemos uma conversa fria, sem frases de amor, praticamente sem afeto. Ele tem andado bastante cansado/sonolento e eu, pra variar, um tanto irritada com isso, mas entendo que ele tem bons motivos. Tentei traduzir isso para ele dizendo que seria melhor não nos falarmos durante a semana, assim poderíamos, ambos, descansar mais. Além disso, falei que ele parecia estar me ligando mais por obrigação do que para mim dar atenção. Antes tivesse ficado muda como os mais velhos tentaram me ensinar.
Hoje foi um daqueles dias totalmente sem glamour. Acordei, tomei café, fui dar duro (sempre no bom sentido), voltei para casa e falei durante dois minutos com esse cara que me beija na foto aí ao lado, l’homme de ma vie.
Dessa vez, porém, um entretanto. Nunca me senti tão mal após falar com ele. Tivemos uma conversa fria, sem frases de amor, praticamente sem afeto. Ele tem andado bastante cansado/sonolento e eu, pra variar, um tanto irritada com isso, mas entendo que ele tem bons motivos. Tentei traduzir isso para ele dizendo que seria melhor não nos falarmos durante a semana, assim poderíamos, ambos, descansar mais. Além disso, falei que ele parecia estar me ligando mais por obrigação do que para mim dar atenção. Antes tivesse ficado muda como os mais velhos tentaram me ensinar.

Duas ou três palavras a mais - aquelas obrigatórias da despedida. Desligamos. E fui invadida por uma sensação muito ruim. Como se algo tivesse sido quebrado. Como se nossa relação estivesse abalada. Talvez fosse um pressentimento, intuição. E passei a pensar na distância e em tudo que pode acontecer sem nem mesmo nos darmos conta. E pela primeira vez, de verdade, eu senti que poderia perdê-lo, senti medo da ausência, me senti insegura. E chorei. E precisei desabafar.
Eu amo tanto esse mec.
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